O que é gestão data driven?

O que é gestão data driven?

Com certeza você já ouviu falar que dados são o novo petróleo. Muitas são as empresas que têm direcionado seus esforços a coletar e tratar dados para gerar resultados efetivos.  Afinal, o crescimento dos negócios está diretamente relacionado à sua capacidade de se deixar guiar pelos dados para escolher as rotas a seguir. Por isso, é importante levar em consideração uma gestão data driven. O que é a gestão data driven? Esse modelo de gestão usa a análise de dados para direcionar o seu planejamento e auxiliar no processo de tomada de decisão. O conceito tem como objetivo avaliar informações relevantes para o crescimento da empresa, responder de forma mais assertiva às necessidades do mercado e trazer mais velocidade ao atingimento de metas. Segundo o relatório Insights-Driven Businesses Set The Pace For Global Growth, as empresas data driven crescem mais de 30% anualmente. E o modelo se fortaleceu ainda mais com o desenvolvimento de tecnologias que permitem a coleta, o processamento e a análise de grandes volumes de dados, como o Big Data e Business Intelligence. É possível coletar os mais diversos dados, independentemente do tamanho da empresa, para entender mais sobre o comportamento dos clientes, auxiliando na criação de estratégias focadas em atender às reais necessidades do consumidor.  Já não se pode mais confiar apenas em empresas que são fundamentadas na “intuição” do gestor. Os dados, por sua vez, geram insights valiosos e podem ser decisivos para o planejamento e elaboração de estratégias do negócio. É possível elencar os principais dados que são importantes para a empresa coletar. Um varejo, por exemplo, pode acompanhar dados das vendas de...
Como implementar a cultura colaborativa na sua empresa

Como implementar a cultura colaborativa na sua empresa

Muito tem se falado em colaboração nesta nova economia, porque traz inúmeros benefícios para o negócio. Porém, é essencial que a cultura colaborativa seja priorizada e adotada para que todos se sintam parte do crescimento da empresa.   Mas afinal o que é a cultura colaborativa? É um modelo de gestão que incentiva a participação dos profissionais na empresa, colaborando para tomadas de decisões importantes para o negócio. É uma forma de possibilitar a todos que se sintam parte do processo, que tragam ideias relevantes para construir bons resultados, não se sintam julgados e fiquem confiantes em cooperar junto de seus colegas.  Esse é um modelo de gestão horizontal, considerando uma liderança democrática e que incentiva equipes a participarem de decisões estratégicas.   A necessidade de trazer a cultura colaborativa para dentro das organizações mostra que as pessoas estão cada vez mais conscientes da importância de estarem próximas, se ajudarem, compartilharem.  Um ambiente de trabalho assim traz ainda mais benefícios para os gestores também, porque juntos os colaboradores podem trazer ideias inovadoras, sugestões de melhorias e colaborar com o crescimento do negócio. E, para os funcionários, proporciona o sentimento de fazer parte de algo maior, trazendo mais engajamento e encorajando a retenção de talentos. No entanto, implementar uma cultura colaborativa não é tão simples quanto parece. Isso porque muitos líderes acabam agindo de forma centralizadora, optando por tomar decisões sozinhos. Além disso, muitos desconhecem as vantagens do trabalho colaborativo para o sucesso do negócio.   Conheça 3 vantagens de adotar a cultura colaborativa Inovação de processos na empresa Já parou para pensar que muitos colaboradores podem ter grandes ideias para...
3 coisas que as pessoas não contam sobre a transformação digital

3 coisas que as pessoas não contam sobre a transformação digital

A transformação digital se torna cada vez mais uma prioridade para as empresas. Devido à pandemia, a urgência de trazê-la para a realidade dos negócios aumentou – e agora entendemos que é uma demanda muito importante para se destacar no mercado. Mas a tarefa não é simples, porque requer muito comprometimento dos líderes, estratégias certas e equipes engajadas. Inclusive, dados da McKinsey afirmam que apenas 16% dos executivos dizem que as suas iniciativas de transformação digital estão tendo sucesso, especialmente devido à resistência de colaboradores e à falta de apoio da gestão. De acordo com a Forbes, se as organizações querem realmente transformar seus negócios, elas devem compreender que é preciso ir a fundo nas mudanças, dedicar-se e criar novas oportunidades. Por isso, vamos trazer aqui 3 coisas que as pessoas não falam quando se trata de transformação digital segundo a Forbes:   A transformação requer pessoas que se dediquem a praticá-la no dia a dia – não apenas experts em novas tecnologias. Muitos líderes geralmente acionam a ajuda de profissionais especializados em determinadas tecnologias, softwares ou linguagens para decisões a respeito da transformação digital. Estes experts podem ser excelentes nos seus campos de atuação, mas isso não quer dizer que tenham conhecimento naquele mercado. Isso poderia levar a empresa a utilizar a melhor tecnologia, porém, não solucionar o real problema. Para isso, são necessários vários especialistas em transformação digital para que a organização vá na direção certa da colaboração, iteração e criação de soluções com seus times e parcerias. A transformação digital não é um evento específico – e implementá-la não precisa ser caro. É possível mudar modelos...
Mindset ágil x Mindset burocrático: qual é a diferença?

Mindset ágil x Mindset burocrático: qual é a diferença?

Já é uma realidade: a gestão ágil está transformando os modelos de negócios atuais. Esse formato já era utilizado especialmente em equipes de tecnologia, mas agora está se espalhando rapidamente para todos os tipos de organização, incluindo algumas das maiores empresas do mundo, como Amazon, Apple, Facebook, Google e Microsoft. Segundo a Forbes, essa onda está revolucionando o modo como conhecemos os negócios. Mas para a gestão ágil acontecer é preciso um mindset ágil. Já não há espaço para o crescimento de empresas que seguem com um mindset burocrático, preocupados em lucrar a qualquer custo e operando num modelo hierárquico (top-down) com múltiplas divisões.  Qual é a diferença de uma mentalidade ágil e uma mentalidade burocrática? Confira as definições criadas por Stephen Denning:   MINDSET ÁGIL   Objetivo: “A lei do cliente”, ou seja, importa-se em entregar valor para o cliente. Como é feito o trabalho: “A lei do pequeno time”, ou seja, a ideia de que o trabalho pode ser feito por times auto-organizados, operando em pequenos ciclos e focando na entrega para o consumidor. Estrutura organizacional: “A lei do network”, ou seja, a empresa interage com diferentes redes e diferentes times.    MINDSET BUROCRÁTICO   Objetivo: “A lei do shareholder”, ou seja, a empresa foca na meta de lucrar e maximizar a entrega de valor aos acionistas. Como é feito o trabalho: “A lei do burocrata”, ou seja, o formato entende que as pessoas devem se reportar o tempo todo aos chefes, que são quem definem os papéis, regras de trabalho e critérios de performance. Estrutura organizacional: “A lei da hierarquia”, ou seja, a organização opera de...
Melhores práticas para o processo de transformação digital

Melhores práticas para o processo de transformação digital

  A transformação digital está redesenhando o mercado – e de forma cada vez mais rápida. Ela traz novos modelos, novas práticas, novas formas de fazer negócios. E todo esse processo de mudanças vem para romper com alguns métodos tradicionais (que deixaram de trazer efeitos positivos e gerar resultados). Afinal, o mundo demanda adaptações constantes e agilidade nos processos de tomadas de decisão. Pensando em se tornar mais relevantes perante outros negócios e gerar mais valor aos clientes, as empresas estão reunindo esforços para avançar no processo de transformação digital. Uma pesquisa mundial da McKinsey aponta que um terço das empresas afirma que as transformações organizacionais foram bem-sucedidas em trazer melhorias ao negócio, além de sustentarem os ganhos obtidos. O mesmo estudo traz as melhores práticas para obter sucesso no processo de transformação digital, categorizadas em: liderança, construção de capacidades, empoderamento dos colaboradores, ferramentas atualizadas e comunicação.  Veja os pontos-chave para a implementação da transformação digital: Implementar ferramentas digitais para tornar a informação mais acessível a todos dentro da organização. Engajar líderes para apoiarem a transformação. Modificar processos operacionais para incluir novas tecnologias. Estabelecer mudanças claras, reportando as mudanças que estão sendo feitas. Adicionar pessoas que têm familiaridade com tecnologias no time principal. Encorajar os colaboradores a desafiar os formatos antigos de trabalho (processos e procedimentos). Redefinir os papéis e responsabilidades de cada colaborador para alinhar com os objetivos do processo de transformação digital. Oferecer oportunidades de os colaboradores gerarem e desenvolverem ideias para ajudar no processo. Estabelecer uma ou mais práticas relacionadas a novas formas de trabalho, como aprendizado contínuo, trabalho remoto (e a cultura remote first), entre...
5 principais impactos da LGPD nas empresas

5 principais impactos da LGPD nas empresas

Possivelmente você já ouviu falar na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), certo? Mas de que forma ela pode impactar nos negócios? Aprovada em 2018, a norma entrou em vigor em 18 de setembro de 2020 e prevê que empresas e órgãos públicos mudem a forma de coletar, armazenar e usar os dados pessoais (informações capazes de identificar uma pessoa de alguma forma).  Assim, os titulares de dados terão mais poder em relação ao uso de seus dados, o que exige que as organizações cuidem melhor das informações.  A LGPD demanda que as empresas entrem em uma cultura de políticas e procedimentos para os processos de trabalho, avaliando as questões jurídicas, processuais e tecnológicas. O start para a implementação, bem como a padronização de atividades e rotinas, serão primordiais para que todas estejam adequadas à lei.  Segundo matéria da Canaltech, a Lei Geral de Proteção de Dados terá grande influência nas relações comerciais e de consumo, especialmente em relação à tendência de tratamentos de dados pessoais com a finalidade de desenhar o seu perfil. Se já existem bases consolidadas de informações, deverá ser buscado o “reconsentimento”.  Entenda os principais impactos da Lei no dia a dia dos negócios:  1. É necessário eleger um DPO (Data Protection Officer)   As empresas deverão ter legalmente um encarregado de dados, ou seja, um DPO. Ele será o responsável por supervisionar o processamento de dados pessoais dentro da empresa, suprir dúvidas em relação à LGPD, bem como atender às requisições dos titulares e da ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) – que deverá realizar a fiscalização do cumprimento da Lei, quando...