Melhores práticas para o processo de transformação digital

Melhores práticas para o processo de transformação digital

  A transformação digital está redesenhando o mercado – e de forma cada vez mais rápida. Ela traz novos modelos, novas práticas, novas formas de fazer negócios. E todo esse processo de mudanças vem para romper com alguns métodos tradicionais (que deixaram de trazer efeitos positivos e gerar resultados). Afinal, o mundo demanda adaptações constantes e agilidade nos processos de tomadas de decisão. Pensando em se tornar mais relevantes perante outros negócios e gerar mais valor aos clientes, as empresas estão reunindo esforços para avançar no processo de transformação digital. Uma pesquisa mundial da McKinsey aponta que um terço das empresas afirma que as transformações organizacionais foram bem-sucedidas em trazer melhorias ao negócio, além de sustentarem os ganhos obtidos. O mesmo estudo traz as melhores práticas para obter sucesso no processo de transformação digital, categorizadas em: liderança, construção de capacidades, empoderamento dos colaboradores, ferramentas atualizadas e comunicação.  Veja os pontos-chave para a implementação da transformação digital: Implementar ferramentas digitais para tornar a informação mais acessível a todos dentro da organização. Engajar líderes para apoiarem a transformação. Modificar processos operacionais para incluir novas tecnologias. Estabelecer mudanças claras, reportando as mudanças que estão sendo feitas. Adicionar pessoas que têm familiaridade com tecnologias no time principal. Encorajar os colaboradores a desafiar os formatos antigos de trabalho (processos e procedimentos). Redefinir os papéis e responsabilidades de cada colaborador para alinhar com os objetivos do processo de transformação digital. Oferecer oportunidades de os colaboradores gerarem e desenvolverem ideias para ajudar no processo. Estabelecer uma ou mais práticas relacionadas a novas formas de trabalho, como aprendizado contínuo, trabalho remoto (e a cultura remote first), entre...
5 principais impactos da LGPD nas empresas

5 principais impactos da LGPD nas empresas

Possivelmente você já ouviu falar na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), certo? Mas de que forma ela pode impactar nos negócios? Aprovada em 2018, a norma entrou em vigor em 18 de setembro de 2020 e prevê que empresas e órgãos públicos mudem a forma de coletar, armazenar e usar os dados pessoais (informações capazes de identificar uma pessoa de alguma forma).  Assim, os titulares de dados terão mais poder em relação ao uso de seus dados, o que exige que as organizações cuidem melhor das informações.  A LGPD demanda que as empresas entrem em uma cultura de políticas e procedimentos para os processos de trabalho, avaliando as questões jurídicas, processuais e tecnológicas. O start para a implementação, bem como a padronização de atividades e rotinas, serão primordiais para que todas estejam adequadas à lei.  Segundo matéria da Canaltech, a Lei Geral de Proteção de Dados terá grande influência nas relações comerciais e de consumo, especialmente em relação à tendência de tratamentos de dados pessoais com a finalidade de desenhar o seu perfil. Se já existem bases consolidadas de informações, deverá ser buscado o “reconsentimento”.  Entenda os principais impactos da Lei no dia a dia dos negócios:  1. É necessário eleger um DPO (Data Protection Officer)   As empresas deverão ter legalmente um encarregado de dados, ou seja, um DPO. Ele será o responsável por supervisionar o processamento de dados pessoais dentro da empresa, suprir dúvidas em relação à LGPD, bem como atender às requisições dos titulares e da ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) – que deverá realizar a fiscalização do cumprimento da Lei, quando...

Transformação digital requer talento em 4 áreas-chave. Confira

Cada vez mais se tem falado sobre os desafios da transformação digital nas empresas. Gestores e líderes sabem que o processo não é fácil e necessita de muita dedicação para se tornar bem-sucedido. Inclusive, segundo pesquisa da McKinsey, 70% das organizações que tentam implementar a transformação digital falham.  Mas existe uma coisa que muita gente não fala: transformação digital requer talento. De acordo com a Harvard Business Review, possuir um time de tecnologia efetivo, priorizar dados, otimizar processos e ser um bom líder podem ser grandes passos em direção ao sucesso. E essas são as quatro áreas que impulsionam os resultados positivos acerca da transformação digital. Entenda os talentos necessários nestes quatro pontos: Tecnologia Não basta conhecer superficialmente os termos utilizados hoje em dia, como internet das coisas, data lake, inteligência artificial. É preciso saber como aplicar da forma correta de acordo com as particularidades que a empresa traz. Cada organização possui suas necessidades específicas, e, para supri-las, precisa trabalhar com pessoas que tenham amplo conhecimento, profundidade e experiência para mergulhar nos assuntos tecnológicos relevantes para o seu negócio. Essas pessoas precisam ser excelentes comunicadores, pensar em inovação como um guia para suas atitudes e  ter senso estratégico para tomar decisões tecnológicas efetivas.   Dados Independente do tamanho das empresas, todas geram e possuem dados. Mas a questão é: o que é feito com eles? Com este ativo tão importante em mãos, é necessário aplicar maneiras de qualificar e analisar as informações para poder usá-las da melhor forma. A transformação digital envolve obter uma compreensão de dados próprios, internos e externos. Nesse caso, o talento é essencial para integrar...
O mundo VUCA evoluiu. Agora é BANI

O mundo VUCA evoluiu. Agora é BANI

Você com certeza já deve ter ouvido falar em “mundo VUCA”. O acrônimo significa Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade. É um termo muito usado por executivos, faculdades e cursos para definir estratégias do mercado e dos negócios, entendendo até então os desafios do momento. O neologismo VUCA surgiu há 40 anos a partir da Guerra Fria, em um contexto instável e inseguro na ordem mundial. Apesar de muito utilizado, ele vem perdendo a força com o passar dos anos, porque não enxergamos mais um momento incerteza e complexidade, por exemplo. Uma base de dados bem administrada fornece controle; algoritmos de inteligência artificial trazem simplificação; conversas nas mídias sociais oferecem assertividade. E isso reduz o sentido do conceito VUCA.  Comparando as organizações de hoje com as de antigamente, muita coisa está diferente e não se deve mais enxergar com os mesmos olhos. Por isso, muitos estudiosos e revistas de negócios têm deixado de chamar de mundo VUCA e passaram a chamar de Modo BANI.   BANI: o que é? A volatilidade do mundo VUCA tornou-se fragilidade (brittle). A incerteza foi transformada em ansiedade (anxious). A complexidade virou o conceito de mundo não linear (non-linear). A ambiguidade levou a sociedade ao território do incompreensível (incomprehensible). O termo BANI foi trazido pelo antropólogo e historiador Jamais Cascio, da University of California, membro do Institute for the Future, no artigo “Facing the Age of Chaos”, em sua página do Medium. Ele propõe um novo olhar para o mundo de hoje: “Os sistemas agora não são, por exemplo, mais ambíguos, e sim, incompreensíveis” devido à profusão de fatos, dados e a liberdade de escolhas...
7 mitos sobre a transformação digital

7 mitos sobre a transformação digital

A transformação digital está na lista de prioridades das empresas, especialmente com a crise que a pandemia causou nos negócios. Estamos vivendo em uma era de mudanças – modelos de negócios, experiências do cliente, canais, tecnologia -, e, com isso, as organizações precisaram se adaptar para acelerar seu processo de transformação. Ainda existem diversos mitos a respeito da transformação digital que precisam ser esclarecidos.  Veja alguns mitos: Transformação digital tem a ver apenas com usar mais tecnologia Muitas empresas pensam que o processo é apenas utilizar mais tecnologia para se tornar efetivo, mas isso não é necessariamente verdade. Ela tem a ver com estimular o digital para o coração do seu negócio, além de promover a agilidade, decisões baseadas em análise de dados, integração de informações dos seus processos, excelência operacional, valor agregado ao cliente. A tecnologia é um facilitador desse processo. Lembre-se: uma empresa que adota algumas plataformas de forma efetiva é muito melhor do que uma que utiliza 200 de forma ineficaz.  Apenas grandes empresas devem se implementar a transformação digital Diferentemente do que muitas pessoas pensam, a transformação digital não tem a ver com o faturamento da empresa. É relacionada a uma mudança de cultura, a uma adaptação de modelo de negócios, a uma otimização de processos. Ela beneficia tanto empresas grandes como pequenas, trazendo melhorias para seus fluxos e rotinas. Transformação digital é um processo caro O processo de transformação digital não deve ser visto como um custo, mas como um investimento para ter excelentes retornos e resultados. De acordo com uma pesquisa da IDC Consulting, 34% das empresas que alocaram recursos para a implementação...
O que são “super boutiques” e como elas estão rompendo com o padrão das consultorias tradicionais de negócios

O que são “super boutiques” e como elas estão rompendo com o padrão das consultorias tradicionais de negócios

Você já ouviu falar em “super boutiques”?  O conceito de super boutiques ainda é pouco utilizado, mas é um importante termo para designar empresas que são muito mais do que as tradicionais consultorias de negócios como a maioria das organizações conhecem. As super boutiques são consultorias menores, mais ágeis e que fornecem mais do que apenas recomendações e ideias de como implementar estratégias. Afinal, as organizações buscam muito mais do que apenas recomendações.   Assim, as super boutiques são extremamente especializadas e almejam trazer a transformação digital para os negócios. O objetivo é oferecer aos clientes orientações específicas e assertivas, juntamente com um know-how técnico de como colocar em prática.   E por que elas estão rompendo com a tradicional forma de consultoria? As super boutiques colocam a mão na massa Consultores que ficam apenas sentados em uma mesa, trazendo sugestões de o que os CEOs devem fazer, são coisa do passado. As empresas demandam mais do que isso: elas querem pessoas que as ajudem efetivamente a alcançar seus objetivos, com experts em diversas áreas. Dessa forma, as super boutiques contratam pessoas ou negócios com diferentes expertises, combinando estratégias práticas e oferecendo às lideranças exatamente o que precisam. Elas colocam a mão na massa para buscar o melhor aos seus clientes. As super boutiques ultrapassam fronteiras O cliente precisa de especialistas em datalake ou Python, por exemplo? Não importa onde estejam, as super boutiques os encontram independentemente do continente onde moram. Não há fronteiras para buscar os experts que a organização precisa.   As super boutiques se adaptam facilmente As empresas querem contratos que vão entregar retorno sobre o investimento. Elas almejam...