Transformação digital requer talento em 4 áreas-chave. Confira

Cada vez mais se tem falado sobre os desafios da transformação digital nas empresas. Gestores e líderes sabem que o processo não é fácil e necessita de muita dedicação para se tornar bem-sucedido. Inclusive, segundo pesquisa da McKinsey, 70% das organizações que tentam implementar a transformação digital falham.  Mas existe uma coisa que muita gente não fala: transformação digital requer talento. De acordo com a Harvard Business Review, possuir um time de tecnologia efetivo, priorizar dados, otimizar processos e ser um bom líder podem ser grandes passos em direção ao sucesso. E essas são as quatro áreas que impulsionam os resultados positivos acerca da transformação digital. Entenda os talentos necessários nestes quatro pontos: Tecnologia Não basta conhecer superficialmente os termos utilizados hoje em dia, como internet das coisas, data lake, inteligência artificial. É preciso saber como aplicar da forma correta de acordo com as particularidades que a empresa traz. Cada organização possui suas necessidades específicas, e, para supri-las, precisa trabalhar com pessoas que tenham amplo conhecimento, profundidade e experiência para mergulhar nos assuntos tecnológicos relevantes para o seu negócio. Essas pessoas precisam ser excelentes comunicadores, pensar em inovação como um guia para suas atitudes e  ter senso estratégico para tomar decisões tecnológicas efetivas.   Dados Independente do tamanho das empresas, todas geram e possuem dados. Mas a questão é: o que é feito com eles? Com este ativo tão importante em mãos, é necessário aplicar maneiras de qualificar e analisar as informações para poder usá-las da melhor forma. A transformação digital envolve obter uma compreensão de dados próprios, internos e externos. Nesse caso, o talento é essencial para integrar...
O mundo VUCA evoluiu. Agora é BANI

O mundo VUCA evoluiu. Agora é BANI

Você com certeza já deve ter ouvido falar em “mundo VUCA”. O acrônimo significa Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade. É um termo muito usado por executivos, faculdades e cursos para definir estratégias do mercado e dos negócios, entendendo até então os desafios do momento. O neologismo VUCA surgiu há 40 anos a partir da Guerra Fria, em um contexto instável e inseguro na ordem mundial. Apesar de muito utilizado, ele vem perdendo a força com o passar dos anos, porque não enxergamos mais um momento incerteza e complexidade, por exemplo. Uma base de dados bem administrada fornece controle; algoritmos de inteligência artificial trazem simplificação; conversas nas mídias sociais oferecem assertividade. E isso reduz o sentido do conceito VUCA.  Comparando as organizações de hoje com as de antigamente, muita coisa está diferente e não se deve mais enxergar com os mesmos olhos. Por isso, muitos estudiosos e revistas de negócios têm deixado de chamar de mundo VUCA e passaram a chamar de Modo BANI.   BANI: o que é? A volatilidade do mundo VUCA tornou-se fragilidade (brittle). A incerteza foi transformada em ansiedade (anxious). A complexidade virou o conceito de mundo não linear (non-linear). A ambiguidade levou a sociedade ao território do incompreensível (incomprehensible). O termo BANI foi trazido pelo antropólogo e historiador Jamais Cascio, da University of California, membro do Institute for the Future, no artigo “Facing the Age of Chaos”, em sua página do Medium. Ele propõe um novo olhar para o mundo de hoje: “Os sistemas agora não são, por exemplo, mais ambíguos, e sim, incompreensíveis” devido à profusão de fatos, dados e a liberdade de escolhas...